sábado, 16 de julho de 2011

Estava eu aqui sentada em minha cadeira em frente meu pc coloquei um cd pra tocar e pra variar lá tinha nossas musicas.
Todas aquelas musicas que cantamos juntas, aquelas letras que até hoje não sai da minha cabeça, se eu falar que estou escultando elas e escrevendo aqui você acredita em mim.
Lembrei do nosso primeiro contato foi aquele primeiro contato visual mais foda que eu vi, você olhando pra mim sem cantar nada e eu olhando pra você imóvel ali naquele palco eu tive que sorri pra você volta a cantar.
O Nosso primeiro beijo aaah lembranças legais que tenho de você, acho que você será a unica que lembrarei sem chorar, afinal a gente termino porque você ia seguir seu sonhos em outra cidade e não porque a gente brigo, acho legal quando você me liga pra contar suas historias e quando quer ajudar pra fazer novamente nossas musicas me sinto muito feliz de saber que mesmo longe eu continuo presente e fazendo a diferença pelo menos pra alguém.
Obrigada por tudo que vivemos, porque tudo que ainda vamos viver, eu sei que nossa historia termina por aqui, aquele simples adeus não é suficiente pra nos separar, Eu ainda lembro de um dia que você fez um show e eu fui tirar suas fotos lembra? então lembra que você termino de cantar veio me abraçar com aquela respiração ofegante me pedindo um beijo, como te negar um beijo aquela hora, mesmo você suada, ofegante quase não conseguindo respirar, mesmo assim você me beijo e quase falto o ar foi pra mim rs.

Lembranças tem que ser que nem a sua e a minha só lembranças boas.


Bom pra quem tiver lendo e tudo isso for meio sem pé sem cabeça relaxa não to escrevendo pra vc me entender estou escrevendo pra ela que eu sei que ela ler, ela intende tudo que escrevo aqui por mais bagunçado que seja minhas ideias minhas palavras ela me entende

terça-feira, 3 de maio de 2011

Não me sinto mais




Eu já não sinto minhas pernas, nem minha cabeça, nem menos eu mesmo, eu só queria que tudo fosse diferente, mas nem sempre é questão de querer.
Sempre fui quem sou, sozinha, cautelosa a quem amar, lembrando que o sozinha é porque mesmo com várias pessoas ao meu redor eu me sinto assim. Dizem palavras a mim, mas palavras vazias, me olham apenas por ser bonitinha, e até mesmo se aproximam de mim para saber quem sou. Malditos pensamentos, eu nasci na época errada ou todos são diferentes de mim?
Sempre achei que para ser feliz eu devia estar com alguém, de alguém que eu amasse, e logo descobri que a felicidade não estava ali. Levantei a cabeça e tentei viver sem amor, sem me entregar a alguém, e vendo pessoas chorando por se apaixonarem por mim e eu não poder dizer o mesmo para elas me magoa e já vejo que ser feliz não é viver assim.
Oportunidades. Era o que queria poder ter, liberdade e poder fazer tudo que quero e posso.
Difícil de entender que mesmo tendo tanto tempo pra viver eu quero você hoje? Uma noite, um beijo, um abraço, um sorriso, só isso.

Mulher

Amor, diz que tudo entre nós ainda tem um jeito
A flor, que te dei ainda perfuma nossa casa,
O Amor, que vive voltando ao nosso peito.
ainda me diz que você é a mulher que me faz feliz,
Mulher que sempre esta nas minhas musicas
Em minha vida constante,
ver você é perder todos os sentindos
O seu amor invadiu minha solidão

Acredito nos meus sonhos

Você é a bailarinha dos meus sonhos...
a dançarina das minhas musicas...
é o meu desejo mais oculto...
Minha sina de viver

domingo, 20 de março de 2011

Enfrente o medo

Sumi porque só faço besteira em sua presença; fico muda quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando melhor seria silenciar; faço brincadeiras de mau gosto e sofro antes, durante e depois de te encontrar. Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de lidar; pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar. Sumi porque não há o que se possa resgatar. Meu sumiço é covarde, mas atento; mei fajuto, mas autêntico. Sumi porque sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência. Pareço desinteressada, mas sumi para estar sempre ao seu lado. A saudade fará mais por nós duas que o nosso amor e sua desajeitada e irrefletida permanência.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Posso até dizer que não estou mais te amando. Posso dizer que não penso mais em você antes de me deitar. Posso dizer que desisti da idéia de esperar o tempo finalmente nos juntar.
Mas quando te vejo, as minhas idéias, meus planos, meu futuro me parece incerto. Tudo volta, de novo e de novo. Toda aquela simples felicidade por te ter sorrindo ao meu lado volta, o meu sorriso aparece de repente em minha estranha tristeza eterna.
E volta junto a agonia da madrugada, as noites em vão, aqueles sonhos que me confundem com a realidade, os pensamentos em vão, as confissões dentro de mim voltam a me sufocar, o simples medo de não poder te ver amanhã me parece o mais medonho. Juntamente volta a vontade infinita de querer te ver, poder ouvir sua voz suave e engraçada, voltam as desculpas para poder te ligar só para você me dar boa noite depois de um longo dia esperando você me ligar.
Tudo volta, o amor estranho, as dúvidas, as vontades, mas algo está diferente, não sei dizer o que. Está tudo igual. Exatamente igual. Acho que isso é o diferente.

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Ele: Por que você diz que não acredita mais no amor?
Ela: Porque simplesmente não há motivo para lhe dizer o contrário.

Ele: Ora essa, respostas óbvias não preciso. Seja mais direta.

Ela: Pra que amar em um mundo onde homens te tratam como uma qualquer, onde não existe um carinho, afeto, somente carência e sexo? Além do mais, pra que me dedicar a alguém que nem sabe o que sinto? Me diga, pra que correr o risco de destruir meu coração em pedaços novamente? Não, não vale a pena pra mim, não mais.
Ele: Novamente, como assim? Me explica, se sentir a vontade.

Ela: Creio eu que já saiba que toda garota na juventude tenha sentido algo e logo dizera que era amor. Eu disse a alguém, e me machuquei ouvindo que era só uma garota imatura e maluca dizendo sobre algo que não conhecia. Talvez eu não conhecesse mesmo, nem queira conhecer.

Ele: E se eu quiser?

Ela: O que está querendo dizer com isso, Brian?

Ele: Estou querendo dizer que eu nunca amei. Nunca tratei garotas como você disse. Sempre fui dedicado em algo que não me interessava. Hoje eu encontrei algo que quero me dedicar. Amor. E não importa quando tempo demore.

Ela: Você... han... quer aprender sobre o... han.... amor?

Ele: Quero.
Ela: Você sofrerá tanto! E no final vai lembrar de tudo que lhe disse. No começo é bom, traz felicidade aos dias dificeis, traz paz, sorrisos, fotos malucas, coisas malucas... mas depois começa. Começa a dor, a falta de correspondencia, o choro durante noites e noites... Enfim, é nessa hora que se lembrará de mim.

Ele: Não, não será na hora da dor. Porque eu escolhi você pra ser minha felicidade. Pra eu aprender sobre esse tal de amor.
Ela: .... mas...

Ele: Não diz nada, eu não quero suas palavras negativas. Quero te mostrar uma forma certa e bonita do amor. Eu te encontrei. Eu sou o que você procurava, por isso antes sofrera. Agora serás feliz, te prometo.

E então, tudo foi como ele havia dito. Pena que dois meses depois ele se fora levando em seu coração todo o amor que sentira por Esme, e a promessa de faze-la feliz se cumpriu. Em tão pouco tempo ele conseguiu fazer com que ela sentisse amor de verdade. E ela partiu de angustia por ficar sem ele dias depois de seu enterro.
Da forma como deve ser todo amor.